Mogi Guaçu (SP) terá condomínio para idosos de baixa renda

O prefeito Rodrigo Falsetti (à dir): programa estadual Vida Longa garantiu a construção de 28 casas, atualmente em fase de conclusão.

Edição Scriptum com Prefeitura de Mogi Guaçu

O prefeito de Mogi Guaçu, Rodrigo Falsetti (PSD), vai inaugurar em outubro próximo o condomínio que está sendo construído especialmente para idosos de baixa renda no município do interior de São Paulo. Localizada entre os bairros Alto dos Ypês e Jardim Santa Cruz, a obra é resultado do convênio firmado entre a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) e a prefeitura, que cedeu o terreno para a construção. A iniciativa faz parte do programa estadual Vida Longa, que garantiu a construção de 28 casas, atualmente em fase de conclusão.

Falsetti e o vice-prefeito de Mogi Guaçu, o major Marcos Tuckumantel, visitaram o condomínio e debateram os detalhes do empreendimento com representantes da companhia na última quarta-feira (5). “Ficamos felizes com a notícia de que as casas do Vida Longa serão entregues até o final de outubro. Vamos aguardar todos os trâmites realizados pelo Estado para que essa obra importante seja entregue em benefício dos idosos que serão assistidos pelo programa”, disse o prefeito.

Cada moradia conta com sala e dormitório conjugados, cozinha, banheiro e área de serviço, podendo abrigar uma pessoa ou casal.

Iniciado em julho de 2024, o projeto enfrentou uma interrupção em março de 2025, devido à rescisão com a antiga empreiteira responsável pela obra. Os trabalhos foram retomados em outubro do ano passado. As 28 unidades serão ocupadas por idosos já assistidos pela rede municipal de assistência social.

O programa Vida Longa atende idosos de baixa renda que não têm vínculos familiares. A estrutura das casas foi totalmente planejada segundo os padrões de acessibilidade. Cada moradia conta com sala e dormitório conjugados, cozinha, banheiro e área de serviço, podendo abrigar uma pessoa ou casal. Além disso, o condomínio terá uma área de lazer.

Diferentemente do que ocorre em outros programas habitacionais, o projeto não transfere a propriedade do imóvel para o morador. Trata-se de uma concessão de uso. Caso a unidade seja desocupada, ela é imediatamente destinada ao próximo candidato apto na lista de espera.

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