Casos de dengue caem 92,3% em Mongaguá (SP)

Diariamente, os agentes de Combate às Endemias realizam vistorias para identificar e eliminar possíveis focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença.

Edição Scriptum com Prefeitura de Mongaguá

Sob a gestão da prefeita Cristina Wiazowski (PSD), o município de Mongaguá registrou, entre janeiro e agosto deste ano, uma queda de 92,3% no número de casos de dengue, em comparação com o mesmo período de 2025. De acordo com a prefeitura da cidade do litoral Sul de São Paulo, o total de registros da doença caiu de 78 para apenas seis. Ainda segundo a administração municipal, o número de notificações de casos suspeitos passou de 488 para 115, uma diminuição de 76,4%.

Para alcançar esse resultado, o governo de Cristina priorizou, por intermédio da Vigilância Epidemiológica, o mapeamento de áreas de risco e o treinamento das equipes de campo. Diariamente, os agentes de Combate às Endemias realizam vistorias para identificar e eliminar possíveis focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença. A rotina inclui lugares que nem sempre estão associados à dengue no dia a dia. Creches e escolas municipais, por exemplo, recebem vistorias quinzenais, com atenção especial para áreas externas, reservatórios, calhas e outros pontos que possam acumular água.

O combate aos criadouros também passa por terrenos e imóveis particulares, onde o acúmulo de água, lixo ou entulho pode favorecer a presença do mosquito. Nesses casos, a Vigilância Sanitária atua a partir de denúncias e das fiscalizações realizadas no município. Além disso, novas regras sancionadas pela prefeita em julho último permitiram que a administração execute a limpeza de áreas particulares caso o proprietário ignore a notificação, repassando os custos do serviço ao responsável pelo terreno.

Mesmo com a queda expressiva no número de casos de dengue, o governo municipal vai intensificar o combate à doença. “Quando os casos diminuem, nosso trabalho não diminui junto. Pelo contrário, é justamente nesse momento que precisamos continuar atentos para identificar rapidamente qualquer novo registro e evitar que ele se transforme em novos focos de transmissão”, explica Ana Carolina Lattari, coordenadora da Vigilância Epidemiológica.

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