Nesta semana, entre os dias 22 e 26 de junho, o Bolsa Família segue realizando os pagamentos do benefício, contemplando os beneficiários com NIS final entre 4 e 8, conforme o cronograma estabelecido pelo Governo Federal.
O objetivo é garantir que a transferência de renda continue beneficiando cerca de 19,3 milhões de famílias em todos os 5.571 municípios do Brasil, com investimento total de R$ 13,08 bilhões e um benefício médio de R$ 677,66 em junho.
Para quem faz parte do programa, saber o calendário de pagamento pode ser fundamental para organizar o orçamento. Continue lendo e veja mais detalhes!
Os pagamentos de junho tiveram início no dia 17 e seguem até o fim do mês, encerrando-se no dia 30, com datas definidas de acordo com o final do Número de Identificação Social (NIS).
O cronograma permite que os beneficiários do Bolsa Família recebam em dias diferentes, evitando filas e aglomerações. Confira as datas:
Em 2026, algumas cidades afetadas por desastres naturais, como enchentes e secas, receberam o pagamento de forma unificada no primeiro dia do calendário. Isso inclui 207 municípios em oito estados: Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Roraima, Sergipe, Amazonas e Rio de Janeiro.
Além do valor principal, atualmente fixado em R$ 600, o Bolsa Família, instituído pela Lei nº 14.601/2023, oferece benefícios complementares a diferentes grupos, fortalecendo a rede de proteção social. Veja:
Como acessar o benefício e utilizar os valores
O pagamento é feito pelo aplicativo CAIXA Tem, facilitando o acesso e a movimentação dos recursos sem necessidade de ir a uma agência presencialmente. O beneficiário pode utilizar o aplicativo para pagar contas, fazer Pix, compras em estabelecimentos ou realizar saques em lotéricas, correspondentes CAIXA Aqui e terminais de autoatendimento.
Informações do benefício também podem ser consultadas pelo aplicativo do Bolsa Família.
A chamada Regra de Proteção permite que famílias continuem no programa por até um ano após conseguirem emprego formal ou aumento de renda. Nesse período, recebem 50% do valor do benefício mensal. Em junho de 2026, essa regra beneficia 2,26 milhões de famílias, com um investimento total de R$ 832,1 milhões.
A região Nordeste concentra o maior número de beneficiários do Bolsa Família em junho, com 8,97 milhões de famílias e R$ 6,03 bilhões em repasses. Em seguida estão Sudeste (5,50 milhões), Norte (2,49 milhões), Sul (1,32 milhão) e Centro-Oeste (1,03 milhão).
Entre os estados, a Bahia lidera com 2,38 milhões de famílias beneficiadas, seguido de São Paulo (2,31 milhões), Pernambuco, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Ceará, Pará e Maranhão.
O valor médio do benefício varia entre os estados. Roraima lidera a lista, com repasse médio de R$ 735,66, seguido por Amazonas, Acre, Amapá e Pará.
Dos responsáveis familiares atendidos pelo programa em junho, 84% são mulheres. A maioria das pessoas beneficiadas se autodeclara negra ou parda, representando 73,2% do total registrado no Cadastro Único, em áreas urbanas e rurais.
282,7 mil pessoas em situação de rua, 258,9 mil indígenas, 302,8 mil quilombolas, 3,2 mil crianças em situação de trabalho infantil, 56,3 mil pessoas resgatadas de condições análogas à escravidão e 423,4 mil catadores de materiais recicláveis também recebem o benefício, compondo o grupo prioritário do programa.Regra de proteção do Bolsa Família
A chamada Regra de Proteção permite que famílias continuem no programa por até um ano após conseguirem emprego formal ou aumento de renda. Nesse período, recebem 50% do valor do benefício mensal. Em junho de 2026, essa regra beneficia 2,26 milhões de famílias, com um investimento total de R$ 832,1 milhões.
A região Nordeste concentra o maior número de beneficiários do Bolsa Família em junho, com 8,97 milhões de famílias e R$ 6,03 bilhões em repasses. Em seguida estão Sudeste (5,50 milhões), Norte (2,49 milhões), Sul (1,32 milhão) e Centro-Oeste (1,03 milhão).
Entre os estados, a Bahia lidera com 2,38 milhões de famílias beneficiadas, seguido de São Paulo (2,31 milhões), Pernambuco, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Ceará, Pará e Maranhão.
O valor médio do benefício varia entre os estados. Roraima lidera a lista, com repasse médio de R$ 735,66, seguido por Amazonas, Acre, Amapá e Pará.
Dos responsáveis familiares atendidos pelo programa em junho, 84% são mulheres. A maioria das pessoas beneficiadas se autodeclara negra ou parda, representando 73,2% do total registrado no Cadastro Único, em áreas urbanas e rurais.
282,7 mil pessoas em situação de rua, 258,9 mil indígenas, 302,8 mil quilombolas, 3,2 mil crianças em situação de trabalho infantil, 56,3 mil pessoas resgatadas de condições análogas à escravidão e 423,4 mil catadores de materiais recicláveis também recebem o benefício, compondo o grupo prioritário do programa.Regra de proteção do Bolsa Família
A chamada Regra de Proteção permite que famílias continuem no programa por até um ano após conseguirem emprego formal ou aumento de renda. Nesse período, recebem 50% do valor do benefício mensal. Em junho de 2026, essa regra beneficia 2,26 milhões de famílias, com um investimento total de R$ 832,1 milhões.
A região Nordeste concentra o maior número de beneficiários do Bolsa Família em junho, com 8,97 milhões de famílias e R$ 6,03 bilhões em repasses. Em seguida estão Sudeste (5,50 milhões), Norte (2,49 milhões), Sul (1,32 milhão) e Centro-Oeste (1,03 milhão).
Entre os estados, a Bahia lidera com 2,38 milhões de famílias beneficiadas, seguido de São Paulo (2,31 milhões), Pernambuco, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Ceará, Pará e Maranhão.
O valor médio do benefício varia entre os estados. Roraima lidera a lista, com repasse médio de R$ 735,66, seguido por Amazonas, Acre, Amapá e Pará.
Dos responsáveis familiares atendidos pelo programa em junho, 84% são mulheres. A maioria das pessoas beneficiadas se autodeclara negra ou parda, representando 73,2% do total registrado no Cadastro Único, em áreas urbanas e rurais.
282,7 mil pessoas em situação de rua, 258,9 mil indígenas, 302,8 mil quilombolas, 3,2 mil crianças em situação de trabalho infantil, 56,3 mil pessoas resgatadas de condições análogas à escravidão e 423,4 mil catadores de materiais recicláveis também recebem o benefício, compondo o grupo prioritário do programa.Regra de proteção do Bolsa Família
A chamada Regra de Proteção permite que famílias continuem no programa por até um ano após conseguirem emprego formal ou aumento de renda. Nesse período, recebem 50% do valor do benefício mensal. Em junho de 2026, essa regra beneficia 2,26 milhões de famílias, com um investimento total de R$ 832,1 milhões.
A região Nordeste concentra o maior número de beneficiários do Bolsa Família em junho, com 8,97 milhões de famílias e R$ 6,03 bilhões em repasses. Em seguida estão Sudeste (5,50 milhões), Norte (2,49 milhões), Sul (1,32 milhão) e Centro-Oeste (1,03 milhão).
Entre os estados, a Bahia lidera com 2,38 milhões de famílias beneficiadas, seguido de São Paulo (2,31 milhões), Pernambuco, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Ceará, Pará e Maranhão.
O valor médio do benefício varia entre os estados. Roraima lidera a lista, com repasse médio de R$ 735,66, seguido por Amazonas, Acre, Amapá e Pará.
Dos responsáveis familiares atendidos pelo programa em junho, 84% são mulheres. A maioria das pessoas beneficiadas se autodeclara negra ou parda, representando 73,2% do total registrado no Cadastro Único, em áreas urbanas e rurais.
282,7 mil pessoas em situação de rua, 258,9 mil indígenas, 302,8 mil quilombolas, 3,2 mil crianças em situação de trabalho infantil, 56,3 mil pessoas resgatadas de condições análogas à escravidão e 423,4 mil catadores de materiais recicláveis também recebem o benefício, compondo o grupo prioritário do programa.Regra de proteção do Bolsa Família
A chamada Regra de Proteção permite que famílias continuem no programa por até um ano após conseguirem emprego formal ou aumento de renda. Nesse período, recebem 50% do valor do benefício mensal. Em junho de 2026, essa regra beneficia 2,26 milhões de famílias, com um investimento total de R$ 832,1 milhões.
A região Nordeste concentra o maior número de beneficiários do Bolsa Família em junho, com 8,97 milhões de famílias e R$ 6,03 bilhões em repasses. Em seguida estão Sudeste (5,50 milhões), Norte (2,49 milhões), Sul (1,32 milhão) e Centro-Oeste (1,03 milhão).
Entre os estados, a Bahia lidera com 2,38 milhões de famílias beneficiadas, seguido de São Paulo (2,31 milhões), Pernambuco, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Ceará, Pará e Maranhão.
O valor médio do benefício varia entre os estados. Roraima lidera a lista, com repasse médio de R$ 735,66, seguido por Amazonas, Acre, Amapá e Pará.
Dos responsáveis familiares atendidos pelo programa em junho, 84% são mulheres. A maioria das pessoas beneficiadas se autodeclara negra ou parda, representando 73,2% do total registrado no Cadastro Único, em áreas urbanas e rurais.
282,7 mil pessoas em situação de rua, 258,9 mil indígenas, 302,8 mil quilombolas, 3,2 mil crianças em situação de trabalho infantil, 56,3 mil pessoas resgatadas de condições análogas à escravidão e 423,4 mil catadores de materiais recicláveis também recebem o benefício, compondo o grupo prioritário do programa.Regra de proteção do Bolsa Família
A chamada Regra de Proteção permite que famílias continuem no programa por até um ano após conseguirem emprego formal ou aumento de renda. Nesse período, recebem 50% do valor do benefício mensal. Em junho de 2026, essa regra beneficia 2,26 milhões de famílias, com um investimento total de R$ 832,1 milhões.
A região Nordeste concentra o maior número de beneficiários do Bolsa Família em junho, com 8,97 milhões de famílias e R$ 6,03 bilhões em repasses. Em seguida estão Sudeste (5,50 milhões), Norte (2,49 milhões), Sul (1,32 milhão) e Centro-Oeste (1,03 milhão).
Entre os estados, a Bahia lidera com 2,38 milhões de famílias beneficiadas, seguido de São Paulo (2,31 milhões), Pernambuco, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Ceará, Pará e Maranhão.
O valor médio do benefício varia entre os estados. Roraima lidera a lista, com repasse médio de R$ 735,66, seguido por Amazonas, Acre, Amapá e Pará.
Dos responsáveis familiares atendidos pelo programa em junho, 84% são mulheres. A maioria das pessoas beneficiadas se autodeclara negra ou parda, representando 73,2% do total registrado no Cadastro Único, em áreas urbanas e rurais.
282,7 mil pessoas em situação de rua, 258,9 mil indígenas, 302,8 mil quilombolas, 3,2 mil crianças em situação de trabalho infantil, 56,3 mil pessoas resgatadas de condições análogas à escravidão e 423,4 mil catadores de materiais recicláveis também recebem o benefício, compondo o grupo prioritário do programa.



