Cruz Vermelha lamenta mortes de voluntários no Congo devido ao Ebola

epa04332724 A photograph made available 27 July 2014 shows Liberian health workers in protective gear on the way to bury a woman who died of the Ebola virus from the isolation unit in Foya, Lofa County, Liberia, 02 July 2014. Over 660 people have died of Ebola in West Africa in 2014 making it the world's deadliest outbreak to date. Nigerian authorities have confirmed the death of a Liberian man who was carrying the Ebola virus making it the first case in Nigeria following the outbreak in Guinea, Sierra Leone and Liberia.  EPA/AHMED JALLANZO

A Cruz Vermelha brasileira lamentou a morte de três voluntários da entidade na República Democrática do Congo (RDC). Em nota, divulgada no sábado (23), o órgão informou que eles foram vítimas de infecção por ebola.

“Eles perderam suas vidas para o vírus ebola enquanto lutavam bravamente na linha de frente do combate à doença”, diz o texto da entidade.

“Eles perderam suas vidas para o vírus ebola enquanto lutavam bravamente na linha de frente do combate à doença”, diz o texto da entidade.

A Cruz Vermelha lamentou as mortes destacando o legado deixado por eles. “Expressamos nossos mais profundos sentimentos e sincero respeito aos familiares, amigos e a toda a equipe congolesa. O legado de coragem, humanidade e sacrifício desses voluntários jamais será esquecido.

A RDC passa atualmente por um surto de Ebola, segundo anunciou na sexta-feira (23) a Organização Mundial da Saúde (OMS). O país tem um “risco muito alto” de contaminação pelo vírus.

Isso significa que a doença está se espalhando rapidamente. Segundo a última contagem da OMS, 82 pessoas foram contaminadas oficialmente no país e há sete mortes, mas os números podem ser maiores. Há cerca de 750 casos não confirmados e 177 mortes suspeitas, também segundo a OMS.

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças da África (CDC Africa) informou na sexta-feira (22) que dez países africanos estão sob risco de um surto de ebola. São eles:

*Nota atualizada às 10h16. Informamos de maneira errada que os voluntários mortos seriam brasileiros. As vítimas da doença eram profissionais de outras nacionalidades.

Agência Brasil

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