Trabalhadores de saúde no país param em apoio à greve geral, nesta sexta (14)

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Apenas serviços de urgência e emergência vão funcionar nos hospitais e prontos atendimentos de todo o Brasil nesta sexta-feira (14), dia da greve geral contra a reforma da previdência do governo de Jair Bolsonaro (PSL), contra os cortes de verba na educação, por empregos e em defesa do Sistema Único de Saúde (SUS).

Os trabalhadores e as trabalhadoras de saúde de hospitais, prontos atendimentos, unidades básicas de saúde (UBS), Unidades de Pronto Atendimento (UPA), entre outras unidades, fizeram assembleias e, por unanimidade, decidiram protestar contra a reforma da Previdência e o desmonte do Sistema Único de Saúde (SUS).

A reforma prejudicará principalmente as mulheres trabalhadoras do setor, pois elas terão de contribuir ao Instituto Nacional da Seguridade Social (INSS) por mais sete anos e só terão direito a apenas 60% do valor do benefício. Se a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 06/2019, nome oficial da reforma, for aprovada no Congresso Nacional por deputados e senadores, para terem direito à aposentadoria integral, tanto homens como mulheres, terão que contribuir por 40 anos.