Em breve, o cerco deve se fechar ainda mais para os motoristas que dirigem sob efeito de substâncias psicoativas. É que além dos etilômetros, que detectam o uso de álcool e são amplamente utilizado desde 2008, quando foi aprovada a Lei Seca, o governo Bolsonaro também estuda adotar o chamado ‘drogômetro’, capazes de identificar, de uma só vez, se o condutor utilizou até oito tipos de drogas, entre elas maconha, cocaína e ecstasy.

Ao mesmo tempo em que estuda as tecnologias que poderiam ser utilizadas, o governo Bolsonaro também avalia se será necessário mudar a legislação. O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) já prevê como infração o ato de dirigir “sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência. No entanto, avalia-se se será necessário especificar os níveis máximos e de penalidades, além de como se dará a regulamentação do uso dos dispositivos eletrônicos pelos órgãos de trânsito.