O primeiro escalão do  presidente eleito Jair Bolsonaro está praticamente fechado com 22 ministérios, no total – sete a mais do que o prometido durante a campanha eleitoral. Agora, as negociações irão girar em torno das indicações para o segundo escalão, onde os partidos começam a se articular para uma conversa.

É importante destacar que parte do discurso do presidente eleito foi de que a política não será feita como nos mandatos anteriores, com troca de favores. Apesar disso, sinalizou que vai ouvir as siglas para formar seu segundo
escalão, que engloba cargos federais nos ministérios e nos estados.

Veja como ficou a composição das pastas federais:

  • Casa Civil (Ônyx Lorenzoni);
  • Secretaria-Geral (Gustavo Bebianno);
  • Secretaria de Governo (general Carlos Alberto dos Santos Cruz);
  • Gabinete de Segurança Institucional (general Augusto Heleno);
  • Advocacia-Geral da União (André Luiz de Almeida Mendonça);
  • Banco Central (Roberto Campos);
  • Economia (Paulo Guedes);
  • Agricultura (Tereza Cristina);
  • Meio Ambiente*;
  • Direitos Humanos*;
  • Ciência, Tecnologia e Comunicação (Marcos Pontes);
  • Relações Exteriores (Ernesto Araújo);
  • Defesa (general Fernando Azevedo e Silva);
  • Cidadania (Osmar Terra);
  • Educação (Ricardo Vélez Rodriguez);
  • Saúde (Luiz Henrique Mandetta);
  • Justiça e Segurança Pública (Sérgio Moro);
  • Turismo (Marcelo Álvaro Antônio);
  • Infraestrutura (Tarcísio Gomes de Freitas);
  • Desenvolvimento Regional (Gustavo Canuto);
  • Transparência (Wagner Rosário);
  • Minas e Energia (almirante Bento Costa Lima).

*Não foram definidos os titulares dessas pastas