O Banco Central decidiu, na reunião desta quarta-feira (31 de outubro), manter a taxa Selic em 6,5% ao ano. É preciso promover com urgência as reformas estruturais, como a tributária e a previdenciária, além de melhorar a eficiência do gasto público, para que possamos baixar ainda mais a taxa de juros e criar um ambiente em que a produção tenha isonomia com os concorrentes internacionais. Esse é o caminho para a retomada do crescimento econômico e geração de empregos de que o Brasil tanto necessita.